Tomar - Convento de Cristo - Claustro Principal

Planta

CLAUSTRO DE D. JOÃO III: quadrado com chanfros nos ângulos, 2 pisos com cobertura em terraço, rematado por balaustrada; 4 alas, com tramos alternadamente quadrados e rectangulares, com abóbadas de nervuras e caixotões, respectivamente, abrindo para a quadra por arcos de volta inteira, (DGEMN)

Mandado construir na segunda metade do séc XVI, de caracter renascentista, foi sempre considerado obra dos monarcas espanhois, atribuido a Filipe Terzi. No entanto já Albrecht Haupt considerava ser obra de Diogo de Torralva, por considerar existirem semelhanças com o Claustro dos Jerónimos. Diogo de Torralva é um escultor e arquitecto do séc. XVI, que trabalha em Portugal, em Tomar, Miranda do Douro e Guarda. Casa em 1534 com a filha de Francisco de Arruda, arquitecto da Torre de Belém. É quem inicia o movimento maneirista em Portugal.